O amor por ensinar passado para nossos alunos – Colégio Parthenon

O amor por ensinar passado para nossos alunos

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Eneias de Almeida Prado
Doutor em Educação Matemática  
Coordenador Pedagógico Ensino Médio Unidade I

O PARTHENON é um colégio idealizado por professores que acreditam que a EDUCAÇÃO DE QUALIDADE é o elemento catalisador para que um indivíduo tenha sucesso em suas escolhas pessoais e possa atuar de forma ética e responsável dentro de nossa sociedade.

Essa concepção está imbricada ao papel fundamental exercido pelos PROFESSORES os quais consideramos, assim como o renomado Tardif, como sendo seres HUMANOS INDIVIDUALIZADOS e SOCIALIZADOS que, ainda, têm suas relações profissionais estabelecidas com o objeto de trabalho, fundamentalmente, entendidas como relações humanas, relações individuais e sociais ao mesmo tempo! 

Por isso, comemoramos ano após ano as conquistas individuais de nossos formandos e, assim, atravessamos mais de quatro décadas formando pessoas, humanos, profissionais para Guarulhos e, sobretudo, para o mundo.

Nesta matéria quero falar de um lugar que nos enche de orgulho, a FORMAÇÃO DE PROFESSORES, mais especificamente, a formação de jovens professores que não olharam para as tensões e dilemas de nossa profissão e embarcaram numa jornada de construção humana de extrema importância na contemporaneidade.

Peço licença a toda a nossa equipe de profissionais que nos enche de orgulho, pois o recorte que farei daqui para frente visa a contar as histórias e trajetórias de um grupo específico de colaboradores:  nossos ex-alunos que, encantados com nossa profissão e entendedores da importância da nossa profissão, atuam profissionalmente como Professores ou Auxiliares no PARTHENON. Lembro que há vários outros ex-alunos compondo nosso corpo docente, os que aqui apresentarei são aqueles com quem compartilho dessa formação inicial na carreira docente. 

Claudinei Jacobucci Junior, 18 anos, aluno Parthenon por 15 anos, turma de 2019. Licenciando em Matemática na Universidade de São Paulo.“Minha escolha pela licenciatura se deu no 9º ano. A matemática sempre foi algo que me encantava, entretanto não me imaginava como professor. […] Com uma maturidade maior, comecei a me interessar pela importância da educação e percebi que essa é, com certeza, a forma mais eficiente de estabelecer uma civilização intelectualmente emancipada. Formar pessoas é um dos métodos mais efetivos de contribuir para a construção de uma sociedade diferente”.
Marco Antonio David Lira, 19 anos, aluno Parthenon por 7 anos, turma de 2018. Licenciando em Matemática na Universidade de São Paulo.“Sempre tive muito gosto pelas ciências exatas, em especial a matemática, então sabia que gostaria de seguir carreira nessa área. Porém, nunca havia pensado sobre a possibilidade de ser professor. Tinha em mente que faria algum curso de engenharia. Um dia, no 2ºEM, assistindo a uma aula de matemática do Eneias sobre progressões, fiquei fascinado pela ideia de ser professor. […] Aos poucos, fui conversando com outros professores, ouvindo suas histórias e experiências, e percebi que era isso mesmo que eu queria. A partir daí, me apaixonei pela profissão”.
Bárbara Fantazzini Oliveira Gonçalves, 22 anos, aluna Parthenon por 12 anos, turma 2015. Geografia na Universidade de São Paulo.“Escolhi ser professora pela vivência com meus professores. Sempre observei a competência de todos que ministraram aulas para mim. Percebi também o cuidado, a delicadeza, a excelência, a paciência, a preocupação e o amor por ensinar. No Colégio Parthenon, passei a ver a profissão de outra forma bem diferente do que é retratado em mídias, redes sociais e até em conversas com amigos e família, Infelizmente, os professores, no Brasil,  não são respeitados e tratados da forma com a qual deveriam ser. Na instituição, pude ver o quanto os professores são respeitados e valorizados pelo trabalho que fazem.Isso me fez querer ser professora, e, mais ainda, me fez querer ser professora do Colégio Parthenon”. 
Mayara Nunes Moreira, 22 anos, aluna Parthenon por 9 anos, turma 2015. Cursou por 3 anos Terapia Ocupacional  na Universidade de São Paulo e, em busca de novos caminhos, faz Letras pela Universidade Cruzeiro do Sul.“[…] desde 2017, eu já havia iniciado um percurso como professora particular de inglês […]. Mas por onde começar? Onde encontrar grandes referências? Foi quando decidi procurar o Colégio Parthenon […]. A sensação era de retornar ao casulo – ou à nossa aldeia, como costumamos chamar – para conseguir ocupar novamente meu lugar no mundo, só que ainda mais consciente, mais fortalecida e mais profissional. O mais interessante foi, e continua sendo, a oportunidade de transitar por várias áreas do conhecimento, pelos diferentes processos formativos, pelos segmentos e pela dinâmica de organização e gestão da coordenação da instituição, e, assim, enxergar com muita clareza a profunda e necessária relação entre educar e produzir saúde”. 
Pedro Henrique Guelfi Soares, 25 anos, aluno Parthenon por 13 anos, turma 2012. Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo.“Desde muito novo, sempre quis me dedicar aos estudos. Sempre fui bastante estudioso, passava horas nas tarefas de casa, em ligações com os meus amigos para revisar o conteúdo e não conseguia deixar uma lição de casa por fazer.No entanto, entre todas as coisas, o que sempre mais chamava minha atenção e me dava prazer era sentir que poderia ajudar os meus colegas de alguma forma. Quando pequeno, lembro que gostava de formar dupla com aqueles que diziam estar com dificuldades e, dentro de mim, gostava de sentir que podia apoiá-los de alguma forma. […] Olhava para todos eles (professores) em sala de aula com muita admiração, gostava da forma como falavam, como explicavam os diversos assuntos […] Eu sentia que eles eram importantes para a nossa formação. 
Iago Tahan Lavorato, 25 anos, foi aluno do Colégio Parthenon por 16 anos, turma 2012. Física pela Universidade de São Paulo.“Desde pequeno lembro-me de gostar muito de ajudar meus amigos, tenho recordações de levantar da cadeira em sala de aula para ajudar meus colegas […] Acredito que, por viver em um meio em que a educação sempre foi levada muito a sério, acabei sendo contaminado por essa vontade de ensinar o outro. Em toda a minha escolaridade sonhava em ser um grande professor de matemática como o meu avô, tenho um profundo carinho e respeito por tudo o que ele representa e significou em minha vida. Mas, foi no 3º ano do ensino médio, durante uma aula de física do professor Leonardo, que acabei mudando minha escolha, não seguiria mais os passos do meu avô, seguiria os meus passos. Escolhi, então, um caminho na tão amada educação, não para ser um professor de matemática, mas sim, de física.”.

A emoção atrelada a escrita desse texto me remete aos trabalhos da consagrada Bernardete Gatti, pesquisadora de suma importância no cenário brasileiro e mundial quando o assunto é a formação de professores no Brasil. Ela foi uma das responsáveis pelo desenvolvimento de pesquisas para a ONU e conseguiu mapear com riqueza de detalhes o desenvolvimento dessa área. 

Um dos pontos que Gatti nos alerta com frequência é sobre a precariedade da formação inicial e os desdobramentos na formação continuada, o que nos leva a considerar a formação como sendo de relevância ímpar. Para ela, “faz-se necessário olhar sem véus a situação presente, o que se está fazendo e os efeitos histórico-sociais dessas ações”

Para aqueles que não são da Educação, vale um breve panorama evidenciado por Gatti que nos mostra que,nas licenciaturas ofertadas no Brasil, há uma redução curricular e de horas de formação significativa e fragilizada; currículo com pouca vocação para formar profissionais docentes; aumento na oferta de licenciaturas no formato à distância em condições pouco qualificadas; grande evasão nos cursos de graduação com essa finalidade; e, estágios curriculares com problemas em sua realização efetiva.

Infelizmente, ainda são conhecidas a baixa atratividade e valorização da carreira por parte da sociedade. Isto é, a questão é séria, pois, é esse o curso que por norma deve formar os profissionais da Educação e propiciar a construção de uma identidade profissional e sua valorização.

No Parthenon, temos o privilégio de contar com profissionais estudiosos que não abrem mão de investir em sua formação pessoal. E, ao participarmos em parte dessa formação, permitimos que marcas sejam depositadas na individualidade de cada um. Em particular, somos uma (re)composição de marcas que o tempo e a  interação com o meio tratam de registrar. Para eles, nossos ex-alunos, mesmo tão jovens, o Colégio também se encarregou por deixar suas marcas…

…. Paixão pelo conhecimento

As discussões, reflexões, descobertas, (re)descobertas, abriram muitos caminhos na minha vida. A cada aula, sentia que via o mundo de outra forma e isso me tornou um ser humano extremamente apaixonado pelo conhecimento. […] Desde muito nova, senti que era um colégio extremamente preocupado com a excelência e responsabilidade. Isso se traduzia em todas as experiências que vivia na instituição, desde MostrExplique, Flipar ou até mesmo ”simples” provas. Todo o contexto me fez cultivar amor, carinho e respeito imenso pela profissão e pelo Colégio, além, é claro, do cuidado com os alunos, funcionários e famílias.  (Bárbara)

…. a importância atribuída ao conhecimento, a individualidade e a diversidade

A forma como a escola defende a importância das questões humanitárias e o acolhimento são marcas permanentes que me foram dadas. O modo com que se aborda a importância das individualidades para gerar um coletivo consolidado é uma das coisas que salienta o quão boas são as diversidades. 

Além disso, a importância dada ao conhecimento também é algo que me marcou muito. Construir um debate com um embasamento teórico potente é um dos princípios sustentados pela instituição que ajuda seus alunos a fugirem do limbo do senso comum.(CLAUDINEI)

…. a sensibilidade humana

Tenho muito orgulho de fazer parte dessa instituição, sempre valorizei a capacidade do colégio de lidar com cada um de forma tão especial e de formar tantos seres humanos tão sensíveis e tão capazes. Acredito que essa tenha sido a principal marca deixada em mim, sempre pude sentir o carinho e o valor que todos do colégio depositam em cada um de nós, seus estudantes. (PEDRO)

…. a colaboração, cooperação, respeito, responsabilidade e o afeto

A certeza de que tudo é possível quando se produz junto, ou através da experiência de estar com o outro. Foi assim que aprendi sobre respeito, sobre responsabilidade, sobre empatia, sobre cooperação e sobre amor.

Eu preciso do que o outro é, do contorno que o outro tem, da diferença entre mim e o outro, dos sentimentos do outro, para conseguir produzir quem eu sou; para decifrar que formas eu tenho; para respeitar e acolher quem nós podemos ser juntos (e separados, ao mesmo tempo); para nomear quais sentimentos me atravessam e em que momentos isso acontece. É a arte de afetar-se, com e pelo afeto. E, assim, reverberar… (MAYARA)

…. a formação integral do cidadão 

Cada professor que tive, durante esses 7 anos, me ensinou, além dos conteúdos acadêmicos, valores que contribuíram para a minha formação enquanto ser humano e cidadão. Sou muito grato por ter aprendido com pessoas tão especiais e queridas. Essa marca, essa influência, é algo que carrego em mim com muito orgulho. Por isso, repito sempre que posso: Obrigado, Parthenon.( MARCO)

…. as histórias vividas e as escolhas pessoais

Lembro de algumas aulas do Maurício […] eu queria responder e sempre ir a lousa para resolver o exercício e não deixava meus colegas participarem da aula. Lembro das aulas de DG do meu avô, Aldo Tahan que, com toda a certeza, me fizeram um ser humano e um professor melhor. Mas, o que mais me impactou e me faz mudar, pensar e crescer, não só como profissional, mas como pessoa também, foram e ainda são as conversas que tenho dentro de casa com minha mãe Simone Tahan e o Eduardo Oliveira, que hoje são respectivamente a Diretora Pedagógica e o Diretor do Colégio Parthenon Bom Clima – Unidade 1. Tenho certeza que, sem eles, não apenas dentro do colégio, mas em minha casa também, não seria o que sou hoje, nem teria tanto amor pela profissão e cuidado com o outro. Sei que aqui pede marcas que a escola deixou em minha vida, mas a minha vida é a escola, sempre foi. (IAGO)

Aqui NO PARTHENON, sempre foi uma de nossas preocupações a compreensão da natureza do trabalho dos professores e sua formação. Afinal, assim como veiculado por Tardif, ensinamos o coletivo, mas é sobre o indivíduo que está nosso olhar. Para nós, ENSINAR exige uma grande AUTONOMIA DOCENTE, pois, quando ensinam, esses profissionais não se contentam em aplicar objetivos.  ELES interpretam, adaptam e transformam de acordo com as exigências da situação de trabalho, isto é, o tempo todo INTERPRETAM COM O CENÁRIO do qual fazem parte e, seus objetivos são reajustados em função da tarefa que está realizando e de todas as suas limitações temporais, sociais e materiais relacionadas.

Nesse contexto de formação, reconhecemos as trajetórias individuais e as valorizamos. Quero destacar aqui a percepção de quanto nossas ações coletivas contribuem para as formações desses jovens professores.

O Parthenon sempre me forneceu todas as ferramentas para que eu fosse o melhor que eu pudesse e quisesse ser, desde aluno. […] O Parthenon possui uma estrutura para a formação de professores que consiste em reuniões semanais, em que fazemos leituras e reflexões acerca das vertentes da educação, sempre avançando e buscando discussões para entender os diferentes olhares sobre um mesmo tema. Esse foi meu primeiro momento de formação.

Além disso, acompanho as aulas de alguns professores, buscando observar não mais os conteúdos, e sim a forma como a aula é ministrada. Temos também os plantões, onde posso treinar a didática e as questões relacionadas a minha área de ensino. O que eu mais gosto desse processo é que posso, em qualquer momento, perguntar algum ponto específico ou sanar uma dúvida sobre um procedimento, um conceito, ou uma teoria. Estar lá é constante aprendizado. (MARCO)

Eu enxergo o processo de formação do professor dentro do Parthenon como uma grande e valiosa oportunidade. Sempre tive contato, dentro do colégio, com profissionais muito competentes, sérios e humanos, como aluno e, agora, tenho como professor em formação. Ao mesmo tempo, isso traz também uma responsabilidade muito grande, pois valorizo fortemente cada um dos que estão no colégio, sei que tiveram muitas vezes uma longa jornada na educação para estarem aqui. 

Desde que cheguei, fui recebido com muito carinho por todos e com muito respeito. Todos os professores, coordenadores ou qualquer outro profissional do colégio com quem tive contato me apoiou em todas as necessidades que eu precisava, nunca ninguém negou uma conversa, um apoio, um suporte ou ajuda. Isso tudo é fundamental para a construção de um ambiente humano e de aprendizagem. Estou chegando neste ano, mas parece que nunca saí. (PEDRO)

A forma cuidadosa com que se pensa nos projetos de formação dentro do colégio é algo muito bom, isso contribui para que não se coloque o jovem professor em situações desconfortáveis dentro do ambiente. Os desafios são introduzidos gradativamente e isso é muito bom. 

A formação teórica presente no projeto de formação do colégio também é um aspecto bem positivo do projeto. Apesar da necessidade clara de experiência em sala de aula, o conhecimento sobre pensadores da educação é algo essencial para a formação de um bom professor. (CLAUDINEI)

Em meu primeiro ano, estava muito nervoso em como seria estar em uma sala de aula toda semana, não saberia se daria conta ou não. Então, antes de todas as minhas aulas do meu primeiro mês, o coordenador de área passava as aulas comigo em uma sala. Acredito que isso me deu muita coragem e me mostrou que eu era capaz de fazer aquilo.(IAGO)

É extremamente desafiante e enriquecedor.  O ponto mais difícil foi sair da visão de aluna para a de professora. A vida nos bastidores é outra.

Desde que retornei ao colégio, agora como professora, aprendi muito e continuo aprendendo a cada dia. Um dos momentos que vi o quanto precisava (e ainda preciso) estudar sobre educação foi aquele de encontros de formação. Eram reuniões baseadas em discussões de textos que promoveram muitas reflexões sobre o ato de lecionar e a figura do professor. Essas discussões construíram uma imagem muito mais dinâmica sobre a educação e me revelou quantos paradigmas precisam ser desfeitos e refeitos. Além disso, no dia a dia, aprendo muito estando próxima de profissionais competentes e preocupados com o quanto estamos crescendo e aprendendo a cada dia. Às vezes, são orientações simples, mas que fazem toda a diferença durante o nosso processo de formação. (BÁRBARA)

O processo de formação é bastante denso. Nós nos deparamos, diariamente, com as dúvidas e as inseguranças que todo profissional tem em seu início de carreira.

Ao mesmo tempo em que somos expostos aos desafios, estamos resguardados por uma equipe de profissionais e coordenadores extremamente competentes e acolhedores em seus papéis.

Recebemos a oportunidade de construirmos nossa própria identidade, desempenhando as funções com certa autonomia, mas cuidadosamente orientados ao longo do processo.

Nesse sentido, temos abertura para contribuir, opinar e refletir sobre nosso trabalho e também sobre os resultados daquilo que produzimos e pensamos juntos. 

Muitos dos projetos, que estruturamos individualmente ou em pequenos grupos de atuação, ganham espaço para existirem dentro do projeto pedagógico da escola e isso nos fortalece não só como aprendizes, mas como profissionais, ainda que em formação.

O diferencial é sempre a vontade e a disponibilidade de acolher e dar lugar para que as coisas aconteçam de forma natural, mas muito responsável.(MAYARA)

Para fechar essa matéria, vou apresentar um texto com fragmentos das falas desses profissionais que, em 2020, junto a nós, experienciaram um cenário sem precedentes. Para eles e para todos nós, uma oportunidade de reflexão e formação….

Costumo brincar com os meus amigos próximos que não é possível “se imaginar dentro de uma sala de aula” até o dia em que você realmente entra.

E com a Pandemia como isso fica? 

…. Continuamos, afinal, este tem sido um tempo para o desenvolvimento e a descoberta de novas habilidades de ensino e aprendizagem em contexto virtual. É muito satisfatório acompanhar o crescimento de vários colegas de trabalho e também sua abertura às novas dinâmicas; identificamos, inclusive, […] algumas saídas antes inexploradas e aperfeiçoamos certas práticas. 

Mas, … […] sinto falta do contato com os alunos, porque esses também nos ensinam muito. […] Faltam os olhares, as percepções, a espontaneidade dos meninos e meninas

Quem não sente, meus queridos e minhas queridas? Quem não sente!!!

Provavelmente, um dos maiores desafios de toda as nossas carreiras! Acredito que a pandemia pode até mesmo contribuir para o nosso futuro como professor. 

Não tenham dúvidas, já contribuiu com todos nós! […] Pois, foi muito bom para desenvolver familiaridade como novas ferramentas tecnológicas e também para aprender a lidar com situações desafiadoras, muito recorrentes na profissão. […] Fomos retirados da nossa zona de conforto e nos vimos na necessidade em aprender a lidar com questões que não trabalhávamos com tanta frequência! 

Por fim, temos vivenciado experiências que nos confirmam a potência do olho no olho e de tudo o que é possível quando estamos distantes das barreiras virtuais, fazendo com que valorizemos ainda mais os momentos que só a presença física é capaz de nos proporcionar. 

Legenda das falas: ENEIAS, PEDRO, MAYARA, IAGO, MARCO, CLAUDINEI e BÁRBARA