G1 – 9ºB – Projeto Fome de Leitura

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Em toda nossa vida escolar, aprendemos que o futuro de nossa sociedade depende da educação das novas gerações. Podemos ver isso em tempo real ao comparar com países como China, que realizou diversos investimentos na educação nos últimos anos, construindo escolas e contratando professores qualificados.

[…]Enquanto continua a crescer no cenário econômico global, a China passa por uma das mais ambiciosas expansões de educação superior do mundo. Estimulado por um apelo do governo, no fim dos anos 90, em favor da construção de universidades de padrão internacional e da ampliação do acesso das massas, o país abre as portas de instituições que outrora serviam a uma reduzida elite. A China investe em pesquisa, dá boas-vindas a empreendimentos privados como a Geely e amplia o currículo para garantir que seus diplomados fiquem por cima numa economia mundial baseada no conhecimento.[…]

Nos últimos anos, a China atingiu marcas nunca atingidas pelo país, a inovação tecnológica que ocorre lá é consequência daqueles mesmos investimentos feitos anos atrás. Desse jeito, o país está caminhando para se tornar a mais nova potência mundial. Enquanto isso, países como o Brasil, que apresenta uma enorme falta no incentivo educacional por meio do governo, continua em desenvolvimento e com um altíssimo nível de analfabetismo, por exemplo. O Brasil vem caindo muito no ranking de educação, e o governo não traz nenhum incentivo. Isso é perceptível quando se mostra que salário do professor no Brasil é um dos menores do mundo, o que mostra uma banalização da educação.

Percebemos que não importa a matéria que esteja estudando, nem mesmo o nível que está em tal assunto, a presença de livros é sempre importante, desde obras ficcionais e  poéticas, ao estudar literatura, àquelas baseadas em fatos reais, ao estudar história e geografia, e claro, os livros didáticos, presentes em todas as áreas da educação. A leitura é algo fundamental no aprendizado e no consequente avanço como sociedade.
Hoje em dia um livro infantojuvenil custa em média R$ 34,00, e com a nossa moeda sendo cada vez mais desvalorizada, creio que esse valor pode vir a aumentar, e a primeira classe social a sentir essa desvalorização é a camada mais pobre, que sente isso com impostos, desemprego, redução de salário entre outros. O nosso projeto encara a literatura como uma necessidade para o ser humano, igual temos necessidade de comida e água, a leitura e o enriquecimento cultural e educacional que ela traz são de extrema importância, porém, algumas pessoas não conseguem adquirir esse conhecimento por conta de condições financeiras, e por conta disso acabam naturalmente se desinteressando. Para plantar essa fome de leitura é necessário encantar desde a primeira infância. 

É por esse motivo que nosso grupo decidiu tratar deste assunto no projeto Fome De Quê. 

Temos como meta melhorar e dar mais chances para crianças sem acesso a livros poderem ler e aprender mais. No começo tivemos a ideia de distribuir livros arrecadados no colégio para comunidades carentes mais  próximas, mas com a chegada da pandemia, acabamos tendo que mudar de ideia, e passar a doar estes livros para uma ONG já atuante, para que seja possível uma oportunidade mais ampla, da leitura de livros para aqueles menos afortunados.

Fontes:
http://www.abrhce.com.br/brasil-ocupa-60a-posicao-em-ranking-de-educacao-em-lista-com-76-paises 

https://g1.globo.com/google/amp/economia/noticia/2018/12/20/reformas-economicas-graficos-que-mostram-a-transformacao-da-china-em-40-anos.ghtml 

http://adusb.org.br/web/page?slug=news&id=9737&pslug=#.X333Fmlv8zQ 

Integrantes:
Angelo Christófero 
Alice Andrade
Rodrigo Mendes
Andressa Graça